Viver de dividendos é possível?

Por Redação Onze

Viver de dividendos é possível

O que é uma renda passiva?

Também chamada de renda residual, para entender este conceito, é necessário entender também o que é a renda ativa.

A renda ativa é formada por aquele dinheiro advindo de seu trabalho e outras atividades remuneradas. Ela é a forma mais tradicional de se conseguir dinheiro, mas não é a única. Principalmente porque está sujeita a diversas outras variáveis, que podem fugir do controle do trabalhador.

Por outro lado, a renda passiva não depende diretamente do trabalho para chegar ao seu bolso. Ou seja, ela é uma renda que vai se ampliando e trabalhando por conta própria, sem sofrer interferência direta de seu proprietário. Seus investimentos, presentes ou futuros, fazem parte desse tipo de renda.

Viver de dividendos é realmente possível?

Viver de dividendos é o objetivo de muitas pessoas, pois ele permite a tão sonhada liberdade financeira. Imagine viver com a tranquilidade de receber seus dividendos todos os meses, sem se preocupar com cenários de crise? Isso é possível e muitas pessoas no Brasil e no mundo já experimentam diariamente essa sensação.

Para que você possa começar a viver de dividendos, no entanto, é importante que você siga alguns passos.

O primeiro passo para alcançar investimentos que te levarão a uma vida financeira mais estável e tranquila é o planejamento.

Com o planejamento financeiro, além de evitar entrar em dívidas que terá dificuldade para cumprir, você consegue reconhecer o seu perfil de investidor e quais são as aplicações mais adequadas aos seus hábitos de consumo e de poupar. Com esse planejamento, também se torna possível diversificar a sua carteira de aplicações, encontrando as opções que possam render mais e equilibrando-as com alternativas mais conservadoras, evitando perdas que impactem na sua vida financeira.

Também é muito importante ter objetivos bem estabelecidos. Quando você consegue definir onde quer chegar, fica mais simples descobrir quais serão as melhores rotas para chegar até esse destino. Portanto, busque um objetivo que contemplará o seu futuro, ainda que tenha certa flexibilidade para possíveis alterações neste objetivo, pois certas mudanças também devem ser bem vindas.

Dicas para viver de dividendos

Assim como acontece em outras aplicações, há alguns riscos para quem investe o seu dinheiro. De acordo com as oscilações do mercado financeiro, você poderá sentir algumas diferenças em seus rendimentos. No entanto, estar bem assessorada ajuda a evitar grandes perdas.

Veja abaixo algumas das dicas que damos para quem planeja viver de dividendos com riscos menores.

  • Diversifique seus investimentos: uma das dicas essenciais para todos os investimentos é a diversificação da sua carteira. Quando você conta com diversas fontes de renda, não fica dependendo do sucesso de apenas uma ou poucas formas de ganhar dinheiro. Não aposte todas as suas fichas em um único produto, pois é normal que esses investimentos tenham oscilações de acordo com o comportamento do mercado e da economia global.
  • Aplicações de curto e longo prazo: a de curto prazo, apesar de ter um retorno menor, permite que você utilize o dinheiro quando precisar, sem pagar altas taxas. Já no caso das aplicações de longo prazo, você terá um retorno maior no final do prazo.
  • Cuidado com golpes: não acredite em promessas de dinheiro fácil e rápido. São frequentes os casos de vendedores de aplicações que tentam seduzir mais clientes oferecendo serviços que não condizem com a realidade do mercado financeiro. Busque instituições sérias e estáveis para confiar o seu dinheiro e sempre fique atento aos riscos de cada aplicação, pois a melhor opção para um investidor não significa a melhor para todos os outros.

Como você recebe os dividendos?

Existe uma periodicidade que regulará os momentos em que você receberá os seus dividendos. Essa periodicidade depende principalmente do tipo de aplicação que você possui e da empresa com que trabalha. Normalmente, ela poderá ser trimestral, semestral ou anual.

Além disso, interfere nesse período os processos internos das empresas. Antes de cair na conta dos acionistas, os valores precisam ser aprovados pelo conselho administrativo – são as pessoas deste conselho que avaliam quando há lucros a serem repartidos com os acionistas.

Há também uma segunda etapa, quando esses valores devem ser aprovados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), instituição responsável por fazer a regulamentação do mercado de capitais. Quando protocolado, os acionistas receberão as informações sobre a data de pagamento e como serão distribuídos os dividendos.

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