Vida financeira: organize a sua para ter mais dinheiro!

Por admin

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Ter contas em dia é um bom indicativo de que a vida financeira está nos eixos. Mas não é só isso. Pode-se mais quando se trata o dinheiro de forma equilibrada, com bom senso, disciplina e organização. O resultado é continuar com as contas em ordem, mas também com capital para fazer investimentos que ajudam a tornar a vida melhor, com mais dinheiro, mais tranquilidade e maiores possibilidades de tirar proveito das coisas boas que se pode viver.

Portanto, quem já tem a cultura do controle, usa uma planilha de custos (fixos e variáveis) e sabe quanto entra e quanto sai dos seus rendimentos, tem meio caminho andado no sentido da vida financeira estável. O problema está em quem opta por não tratar sua finanças com a atenção necessária. Dessa forma, além do risco de contrair dívidas, desperdiça oportunidades de construir um patrimônio, obter bens ou simplesmente realizar sonhos como viajar, casar, ter filho e trocar de carro.

Dicas para organizar sua vida financeira

Sabendo da importância de organizar sua vida financeira, o primeiro passo é fazer um raio-x da situação. Algumas perguntas ajudam neste momento de autoavaliação:

  • Qual é a renda mensal? Existem algum rendimento extra, além do salário?
  • Quais são as contas fixas? E quais as variáveis?
  • Possui dívidas ou financiamentos em aberto? Qual a previsão de quitação?
  • Como usa o cartão de crédito? Acompanha a movimentação com o apoio de aplicativos?
  • E no momento da compra, pesquisa antes de adquirir um produto não previsto no orçamento?

Tendo essas respostas, fica mais fácil partir para um colocar em prática a ideia de organizar sua vida financeira.

Orçamento e controle

Nenhuma vida financeira consegue ser organizada se você não souber a renda mensal e quanto gasta por mês. A partir disso, é possível definir o orçamento estabelecendo quanto dinheiro será destinado para contas fixas, variáveis e poupança ou investimentos.

Organizar sua vida financeira passa necessariamente por um controle eficiente das entradas e saídas. É esse acompanhamento que permite que tudo transcorra sem sobressaltos nem prejuízos e, principalmente, que os objetivos financeiros possam ser alcançados.

Objetivos financeiros

O que você pretende fazer com o seu dinheiro? Que recompensa deseja obter ao adotar ao organizar sua vida financeira? Isso é não só uma questão fundamental para a organização, mas é o que motiva qualquer que deseja usar melhor seu dinheiro. Os objetivos podem ser os mais variados e podem ser estabelecidos a curto, médio e longo prazos.

Seja econômico

Ter as finanças organizadas não significa que o dinheiro está sobrando. Significa que está organizado, e isso faz com que novos hábitos sejam adotados. Para que continue assim, ser mais econômico é uma atitude que faz a diferença.

Gastar menos com refeições fora de casa, por exemplo, é uma das medidas que podem reduzir gastos e dar outro uso para o dinheiro.

Reserva para emergências

Um item importante na organização da vida financeira é a manutenção de um dinheiro de reserva para emergências. Em geral, isso aparece relacionado com questões de saúde ou imprevistos mais graves como acidentes de carro ou problemas em casa causados por algum imprevisto.

Mas vale para tudo. Até mesmo para quando algum ponto da organização sair do programado. A reserva poderá ser a salvação e impedir, por exemplo, a contração de dívidas com empréstimos bancários.

Reserva para investimentos

Quando se parte para diversificar os investimentos a ideia é fazer o dinheiro trabalhar por você. A poupança é sempre mais lembrada nesse momento, mas existem outras opções como a renda fixa, por exemplo.

Mas como já destacamos no blog da Onze, mesmo sendo um dos mais seguros, a poupança não costuma ser um dos investimentos mais rentáveis. Pelo contrário, rende menos que outras aplicações como é o caso dos Títulos do Tesouro Direto, da LCA e a LCI.

Quitação de dívidas

Um dos erros que infelizmente muito ainda comente é acumular dívidas. Acaba virando uma bola de neve, o que impede de seguir com tranquilidade. Por isso, a quitação de dívidas pode ser colocada como uma meta fundamental. É o que poderá ajudar a manter as contas em dia e os investimentos como um objetivo financeiro viável.

Aprenda sobre finanças

Não é o caso de se tornar um especialista em finanças. Mas hoje em dia é muito mais fácil aprender sobre organização financeira com tantas informações disponíveis em diferentes plataformas. Blogs como o da Onze, além de vídeos, podcasts, livros e palestras dão uma boa noção sobre o que fazer e o que não fazer com seu dinheiro.

Busque conhecimento e isso vale também se não entende nada sobre investimentos. Com apoio especializado, se ainda não investe, são boas as chances de iniciar uma jornada vitoriosa e lucrativa.

Dicas para casais

No caso dos casais, a conversa sobre dinheiro precisa deixar de ser um tabu e ser parte da relação antes mesmo do casamento, ainda na fase do namoro. É preciso pensar a união das rendas, tendo como base um planejamento financeiro único do casal, só tende a fortalecer a relação, sendo o ponto de partir para a realização de projetos em comum.

Por isso, a conversa sobre dinheiro precisa ser franca, com prioridades definidas, objetivos em comum, e com o casal consciente a respeito do modo como as finanças devem fluir.

Dicas para famílias com crianças

Já no caso de casais com filhos, a questão financeira passa necessariamente com o envolvimento das crianças na rotina da família em relação a dinheiro. Não é apenas uma questão de impor limites e dizer não a cada pedido de compra de brinquedos, presentes caros ou de viagens para Disney. Também não é o caso de dizer sim e realizar todos os desejos.

O ponto é que desde muito cedo, os filhos precisam ter noção da realidade financeira da família. Precisam estar engajados na ideia de uma vida financeira organizada. O orçamento familiar não precisa ser um “segredo de estado”. Deve ser compartilhado e a conversa sobre dinheiro (importância de economizar, de ter prioridades, de obedecer o orçamento…) devem fazer parte do dia a dia da casa. É o que ajuda quando um filho tem seu pedido de compra negado pelos pais.

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