Fundo de Renda Fixa: saiba tudo para começar a investir

Por Redação Onze

fundo de renda fixa

O que são Fundos de Investimento?

Fundos de investimentos são carteiras de ativos conjuntas, disponibilizadas pelas administradoras financeiras por meio de cotas.

De forma simplificada, ele funciona da seguinte maneira: cada investidor compra uma parcela da carteira e paga uma taxa administrativa para que seja feito o gerenciamento do fundo. Os rendimentos são divididos proporcionalmente entre os participantes.

Dessa forma, não é o próprio investidor que gerencia a carteira de ativos, mas uma administradora, responsável por analisar o mercado e tomar as decisões para garantir a rentabilidade da aplicação, como compras e vendas de ativos.

Como funcionam os Fundos de Renda Fixa?

Os chamados fundos de renda fixa são uma categoria de fundos de investimentos na qual ao menos 80% dos ativos da carteira são compostos por aplicações consideradas de renda fixa. Algumas dessas opções são títulos da dívida pública conhecidos como Tesouro Direto, LCI, CDB, entre outros.

Os fundos de investimentos de renda fixa costumam ser uma boa opção para quem quer ampliar a gama de aplicações, mas que não é expert em estratégias de investimentos, já que o processo de decisões fica nas mãos dos administradores.

O gestor do fundo é quem decide quais ativos vão compor a carteira, sendo que os cotistas participam apenas com o pagamento de uma taxa de administração. Posteriormente, eles recebem a sua participação nos rendimentos.

Por essa razão, é importante se atentar na hora de escolher em qual fundo de renda fixa investir, já que não será possível se envolver diretamente nas decisões de movimentações.

Fundo de Investimento de Renda Fixa é uma aplicação segura?

Essa modalidade tem como vantagem uma maior previsibilidade e menor índice de risco, já que os investimentos de renda fixa tendem a acompanhar índices de inflação e taxas de juros do mercado.

Por isso, pode ser considerada uma aplicação segura, especialmente voltada para investidores de perfil conservador, que não espera grandes variações em seus ativos.

Assim, o fundo de renda fixa é visto como uma boa alternativa para quem deseja expandir seus investimentos para além da poupança, mas que ainda prefere não se arriscar demais.

Quais os principais tipos de Fundos de Investimento de Renda Fixa?

Existem algumas classificações particulares aos fundos de renda fixa em relação à política de investimentos de cada um deles, seus riscos, e também aos ativos que compõem suas carteiras. Veja os principais:

Simples ou Curto Prazo

Os fundos dessas categorias têm como principal característica a obrigatoriedade de manter ao menos 95% da carteira investida em títulos (públicos, no caso do simples, ou ambos, no caso do curto prazo) com graus de risco semelhantes.

Essas opções visam a ser mais econômicas e simplificadas, sendo que todas as informações relativas aos fundos devem ser disponibilizadas por meio eletrônico. Além disso, no curto prazo, a carteira de investimentos deve ter prazos menores que 30 dias.

Referenciados (Indexados) 

Esse tipo de fundo de renda fixa baseia-se nas oscilações dos indicadores de referência que existem no mercado dos investimentos de renda fixa, como CDI e IPCA, sendo classificados de acordo com o índice que seguem.

Ativos

São os fundos que não se encaixam nas outras categorias citadas. Normalmente, eles são categorizados de acordo com a duração média da carteira de investimentos em que aplicam e com o risco de crédito dos títulos envolvidos.

Em relação à duração, existem as seguintes classificações:

  • Duração baixa: carteira formada por títulos com duração inferior a 21 dias, que enfrenta baixas oscilações em taxas de juros;
  • Duração média: títulos com duração igual ou menor que o IRF-M, nome dado ao índice da ANBIMA que tem como base os títulos públicos já prefixados. Neste caso, a exposição aos juros é limitada;
  • Duração alta: carteira com ativos de duração igual ou maior que o índice da ANBIMA – IMA-GERAL, o qual tem como base em todos os títulos públicos federais;
  • Duração livre: não há limites para a duração dos títulos da carteira deste tipo de fundo.

Já em relação ao risco, os fundos de renda fixa podem ser classificados em:

  • Grau de investimento: ao menos 80% da carteira formada por títulos públicos federais ou com grau de risco equivalente; 
  • Soberano: 100% da carteira é formada pelos títulos públicos federais;
  • Crédito livre: investem 20% ou mais da carteira em ativos com risco de crédito considerado médio ou alto.

Exterior

Por fim, há também os fundos de renda fixa que investem em títulos fora do país. Eles podem ser compostos por títulos da dívida externa do Brasil ou por ativos financeiros de renda fixa no exterior.

Como escolher e investir na prática?

Para investir em um fundo de renda fixa é preciso, primeiramente, identificar quais são as suas expectativas como investidor.

Afinal, você vai precisar escolher qual é a opção de fundo da qual vai adquirir cotas, e é essencial que as estratégias do fundo estejam alinhadas aos seus objetivos de investimento e que você cumpra os requisitos, caso houver, para ser um dos investidores.

Após estudar as opções de fundos disponíveis no mercado, você precisará abrir uma conta em uma corretora de investimentos e selecionar a sua opção de fundo de renda fixa por meio da plataforma. Na própria listagem do site já é possível conferir as principais informações sobre cada um dos fundos disponíveis.

Depois de escolher o fundo que você deseja, é só seguir com o procedimento da plataforma. Lembre-se de ficar atento às taxas das operações e de acompanhar os resultados dos ativos da sua carteira.

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