Aposentadoria Privada: porque investir neste plano de previdência

Por Redação Onze

aposentadoria privada

O que é Aposentadoria Privada?

A aposentadoria privada, também conhecida como previdência privada, é um plano complementar que funciona como um acréscimo na aposentadoria, uma espécie de renda extra mensal.

Isso significa que essa opção não é obrigatória, mas está disponível para quem desejar aumentar a própria renda durante a aposentadoria para além dos ganhos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Afinal, a previdência pública tem um teto de R$ 6.032,73, valor que muitas vezes fica abaixo da média salarial de trabalhadores das classes A e B e que pode não ser suficiente para arcar com todas as despesas e manter o poder aquisitivo familiar.

Assim, muita gente busca investir em um plano de aposentadoria privada para atingir a faixa de renda almejada para o futuro. Esse plano deve ser contratado por meio de uma instituição financeira ou investidora especializada.

Como funciona a Aposentadoria Privada

Esse é um investimento de longo prazo, que não permite resgate em pouco tempo. Basicamente, a previdência privada é dividida em duas fases: a etapa de investimento e a etapa de usufruir.

O primeiro momento consiste no pagamento de apólices mensais de um valor pré-determinado por alguns anos. Também é possível fazer um aporte inicial ao começar esse fundo de investimento.

Após a meta de patrimônio acumulado da aposentadoria ter sido atingida, o investidor pode resgatar o dinheiro. Isso pode ser feito de duas formas: em uma retirada única do valor total ou em parcelas mensais fixas, nos mesmos moldes da previdência social.

Quais são os tipos de Previdência Privada

Existem dois tipos de aposentadoria privada: PGBL e VGBL.

O formato PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é mais indicado para trabalhadores que pagam quantias altas ao Imposto de Renda. Isso porque ele pode ser abatido do imposto, desde que o seu valor não seja superior a 12% da renda anual da pessoa.

Contudo, na hora do resgate do valor investido, o PGBL precisa pagar Imposto de Renda em cima do valor total acumulado no fundo de previdência.

Já o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) não pode ser descontado no Imposto de Renda declarado pelo trabalhador. Porém, na hora de resgatar o investimento na aposentadoria privada, o VGBL deve pagar imposto apenas sobre os rendimentos, e não sobre o valor total acumulado na previdência.

Para decidir qual é a melhor opção para você, é preciso fazer uma avaliação das suas finanças e conversar com um consultor especializado.

As principais vantagens da Previdência Privada

Investir em um plano de aposentadoria privada pode trazer diversos benefícios. Confira os principais:

  • Compromisso: esse tipo de produto financeiro garante que o investidor vai aplicar dinheiro periodicamente, criando uma cultura de investimento a longo prazo e minimizando os riscos do projeto financeiro não ser seguido;
  • Segurança: a aposentadoria privada é um investimento que não traz grandes riscos;
  • Portabilidade: caso o investidor deseje, é possível transferir o título de previdência privada para uma instituição financeira diferente da que ele inicialmente contratou.

Previdência Privada x Previdência Pública

Se você leu até aqui, provavelmente ficou interessado na aposentadoria privada, certo? Ela funciona principalmente como um complemento à previdência social e tem atraído a atenção de cada vez mais brasileiros devido às suas vantagens e também aos problemas do INSS.

É possível optar pela previdência privada ao invés da pública?

Depende! Quem trabalha como contratado dentro do regime da CLT não tem a opção de parar de contribuir com o INSS, já que esse tributo é descontado diretamente na folha de pagamento.

Por isso, esse trabalhador deve obrigatoriamente se aposentar pela previdência pública, podendo apenas optar por complementar a renda com a aposentadoria privada.

Assim, só pode optar por não participar do INSS quem faz as contribuições como um segurado facultativo, ou seja, quem decide pagar a previdência social por conta própria. Nesses casos, é possível deixar de contribuir com o INSS e optar somente por uma previdência privada.

E a reforma da previdência?

Uma das principais preocupações de quem contribui com o INSS é a reforma da previdência, que afeta trabalhadores do setor privado e servidores públicos. Entre as alterações na norma estão a mudança da idade mínima (agora de 65 anos para homens e 62 para mulheres) e do tempo mínimo de contribuição (15 para mulheres e 20 para homens no setor privado).

Além disso, o valor da aposentadoria agora vai levar em consideração o histórico completo de contribuições feitas pelo trabalhador, e o cálculo do benefício também sofreu algumas alterações.

Contudo, a reforma da previdência não afeta a contratação de planos de aposentadoria privada, os quais continuam operando da mesma maneira.

Vale a pena contratar um Plano de Aposentadoria Privada?

A previdência privada é uma ótima opção financeira para quem busca um investimento de longo prazo, com foco na estabilidade futura. Embora não tenha as melhores taxas de rendimento entre outros ativos, é uma alternativa segura e que não demanda muita dedicação de tempo do investidor.

Caso esse seja o seu objetivo, procure fazer a sua contratação em uma empresa confiável, para garantir a melhor escolha de plano de aposentadoria privada.

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