Previdência privada é seguro? Tire suas dúvidas

Por Redação Onze

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Previdência privada é investimento seguro?

A previdência privada pode ser considerada um investimento seguro, mas não significa que os cuidados podem ficar em segundo plano.

Primeiro, é preciso entender como funciona a modalidade.

Previdência privada é um fundo de investimento que serve como um plano de aposentadoria, oferecido por instituições financeiras desvinculadas do INSS.

Trata-se de um investimento de longo prazo, em que você contribui mensalmente ou de uma única vez e deixa o dinheiro rendendo por anos e até mesmo décadas.

O fundo de previdência aplica o seu dinheiro em diferentes classes de ativos, que podem ser tanto de renda fixa quanto de renda privada.

No futuro, você resgata, de forma mensal ou em uma única vez, o valor investido mais o rendimento do período.

Existem dois planos de previdência privada no Brasil. São eles: PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres).

    • PGBL: permite dedução do valor investido no Imposto de Renda até 12% da renda bruta. No resgate, o IR incide sobre o capital aplicado e sobre o rendimento
    • VGBL: não permite restituição de IR, mas o imposto incide somente sobre o rendimento.

Ambos os tipos de previdência apresentam baixo risco de investimento.

Mas existe, sim, a possibilidade de o investimento não ser seguro  — e essa variável está diretamente ligada à escolha da gestora e da instituição financeira.

Explicamos: a previdência privada nada mais é do que um tipo de fundo de investimento com foco no longo prazo.

Portanto, seu dinheiro é administrado conforme as competências e aptidões de um gestor, que pode investir em bons ou maus ativos e oferecer rentabilidade acima ou abaixo do mercado.

Além disso, há uma instituição financeira responsável pela custódia do fundo, que também deve ser de confiança.

Riscos da previdência privada

Para entender melhor se previdência privada é seguro, conheça abaixo os principais riscos envolvidos nesse tipo de investimento:

Má escolha de gestores

Conforme você acabou de ver, o principal risco consiste na escolha inadequada da gestão do fundo.

Lembre-se de que a rentabilidade do seu investimento está atrelada à gestão.

Portanto, avaliar bem quem vai administrar seus recursos é essencial antes de investir.

Mau planejamento do investimento

O mau planejamento (ou a falta dele) é outro erro que aumenta os riscos na hora de investir.

Lembre-se de que a previdência privada é para o longo prazo: a rentabilidade e a tributação são mais vantajosas, de maneira geral, a partir de 10 anos de aplicação.

Então, o risco é maior com o resgate do capital antes do previsto, porque aí existe a possibilidade de prejudicar o rendimento.

Por isso, antes de investir, estipule o prazo adequado para retirar o dinheiro e seja fiel ao seu planejamento. 

Taxas altas

Além do dinheiro a ser investido, você terá que pagar taxas para a instituição financeira, já que é dessa forma que ela obtém lucro ao oferecer o serviço.

Aqui o risco é evidente: taxas muito elevadas interferem na rentabilidade do investimento, por isso, é necessário ter cuidado com elas.

Escolha do plano e do modelo tributário errados

Outro fator que prejudicam a rentabilidade é a escolha inadequada do plano (entre PGBL e VGBL) e o do regime de tributação.

Mas, para definir essas duas variáveis, é preciso analisar cada caso individualmente.

Como escolher uma previdência privada segura

Como você pode ver, a segurança da previdência privada depende do planejamento.

Abaixo, confira o passo a passo para escolher um investimento seguro:

1. Compare as taxas oferecidas no mercado

Inicialmente, faça um mapeamento de instituições financeiras que oferecem previdência privada.

Aqui a dica é comparar as taxas cobradas por cada uma para encontrar a melhor oferta, garantindo a máxima rentabilidade do seu investimento.

As taxas geralmente cobradas são:

2. Avalie a credibilidade da instituição

Tudo bem, você encontrou a melhor taxa. 

Mas, antes de assinar o contrato, não se esqueça de analisar a credibilidade da instituição para saber se ela é confiável e se entrega um serviço qualificado de gestão.

3. Escolha o plano adequado para o seu perfil

O próximo passo é definir o tipo de plano que você vai fazer.

O PGBL é indicado para quem faz declaração de Imposto de Renda completa e tem renda alta, que seja suficiente para absorver o desconto de 12% na base de cálculo do imposto.

Já o VGBL é ideal para quem não declara IR ou faz declaração simplificada.

4. Defina o modelo de tributação

A previdência privada tem dois modelos de tributação: o regressivo e o progressivo  — e você precisa escolher um deles.

No modelo regressivo, a alíquota do Imposto de Renda diminui conforme o tempo do investimento:

  • Até 2 anos: 35%
  • De 2 a 4 anos: 30%
  • De 4 a 6 anos: 25%
  • De 6 a 8 anos: 20%
  • De 8 a 10 anos: 15%
  • Acima de 10 anos: 10%.

No modelo progressivo, é cobrada uma alíquota de 15% sobre o valor resgatado com incidência de IR na fonte.

E, no recebimento da renda, ainda há incidência de imposto com alíquota que varia entre 0 e 27,5%, dependendo do valor resgatado.

Nesse passo, é essencial fazer uma simulação de ambos os regimes, conforme o tempo e o valor previstos para o investimento, a fim de identificar a melhor alternativa.

5. Conte com o apoio especializado da Onze

Por fim, conte com a parceria da Onze para receber toda a orientação necessária para planejar seus investimentos de longo prazo.

Assim, você faz as melhores escolhas para garantir a máxima segurança da sua previdência privada  — além da máxima rentabilidade possível.

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